A minha igreja não seria certamente a primeira escolha de muitos: é pequena, não tem muitos recursos não oferece os mesmos serviços ou atividades de muitas outras, não tem um nome catita ou pessoas conceituadas e, apesar de ter muita história e riqueza, não possui
status dentro dos evangélicos, e é por vezes até informal demais para o meu gosto.
Mas, e por várias ocasiões, tenho assistido a pessoas sairem do seu lugar para pedirem perdão publicamente a outros; dezenas a trabalharem em equipa com o mesmo objetivo buscando o interesse dos outros em vez do seu; outros, ainda, regressarem após alguns anos longe.
Tenho assistido ao amor, insistência, determinação e perseverança de muitos ao longo de anos e a "extreme makovers" sobrenaturais de outros; à mansidão e serenidade de alguns e à hospitalidade e acolhimento em suas casas para com os mais frágeis e desamparados; ao exemplo, fervor e dedicação dos mais velhos e ao compromisso de muitos com a verdade e implicações dela.
A minha comunidade de irmãos na fé, não é a mais atrativa ou apelativa, mas posso encontrar pessoas que a cada dia estão mais parecidas com Jesus. E isso é tudo o que me deve importar na nossa igreja.